sexta-feira, dezembro 07, 2012

Suicidou-se a enfermeira que deu informações a animadores de rádio sobre gravidez de Kate

Meus Amigos,
Cada dia, uma surpresa !
As boas, ainda bem, pois todos necessitam e gostam.
As más, bem, todos estamos de acordo que são dispensáveis.
No entanto, algumas más surpresas serão inevitáveis, logo, sem surpresa ...
As circunstâncias que levam ao mediatismo podem constituir motivo de maus resultados, em qualquer momento e espaço.
Sabemos que esta profissão, digna de toda a admiração e apreço, tem o seu lado delicado, podendo dizer-se que pertence ao grupo das profissões de desgaste, de stress, de risco, quer para os seus titulares, quer para os destinatários, os terceiros.
E não é por isso que é bem tratada, reconhecida e remunerada.
Esta "pobre" enfermeira deixou tudo e todos, após conflito interior, achando-se culpada dos podres desta sociedade.
Será que, realmente, a pena de morte já terminou nas designadas áreas civilizadas ?...
Aqui temos a prova de que ainda está viva, pois considero este tipo de suicídio uma forma de pena de morte, cujo carrasco é a própria sociedade, dita civilizada.

quarta-feira, dezembro 05, 2012

OIT. Baixos salários e exportações não vão resolver a crise em Portugal

Meus Amigos,
Não é necessário ser-se "letrado" para entender que, mesmo com um redobrado esforço e sentido de sacrifício do sector privado criador de riqueza, o País dificilmente se levantará do campo de areias movediças que os habilidosos xicos espertos construiram.
Claro que melhores níveis de produtividade e de competitividade muito poderão contribuir para um aumento do volume das exportações e, assim,  um maior equilíbrio da balança comercial, o que continua na mão do sector privado criador de riqueza.
Se assim é, dê-se facilidade a esse sector, "mexendo" nas taxas de exportação, criando incentivos, factores que são da responsabilidade de quem assumiu compromissos de honra, na governação deste País.
A redução da TSU e do IRC já é um passo, nesse sentido, mas parece que não chega.
No entanto, como todos sabemos, outras medidas devem ser objecto de avaliação e acção, nomeadamente, a tal redução de despesas do Estado.
Em vez de apregoarem intenções, adoptem acções.
Como subtrair verbas à Fundações, Institutos, Observatórios, E.Ps., apesar de tantos amigos e protegidos figurarem nas suas estruturas ... ?
Basta um simples rasgo de coragem !
Como reduzir o volume do orçamento da A.R., mais de 140 milhões ?
Basta mais um simples rasgo de coragem !
Vejo essa coragem, no dia a dia, mas só aplicada nos mais fracos, os que nunca terão possibilidade de ultrapassar as barreiras do sistema, por causa do sistema !
Quando isto voltar aos tempos da Pré-História, então andaremos todos de tanga e moca na mão, sem excepção !
Antes disso, ainda podemos utilizar a "justiça de Fafe" ...

terça-feira, novembro 20, 2012

Deco. Salários milionários dos administradores levam empresas a chumbar teste de boas práticas

Meus Amigos,
Reconheço que é e sempre será tema delicado.
No entanto, enquanto o cenário deste Planeta não mudar, temos que pensar com os pezinhos bem assentes no chão, digamos, integrados na nossa realidade.
Permitam-me referir qualquer competição desportiva.
O que acontece ao vencedor ? É premiado, recebe um troféu, uma taça, um prémio monetário, um reconhecimento social, uma classificação em nível superior, enfim, um sinal de destaque, perante os concorrentes, o que permitirá ser requisitado para outros voos, pela sua distinção.
Então, porquê tanta admiração perante certos gestores que se destacam pela sua inteligência, dedicação, esforço, concretização de objectivos, traduzindo-se em resultados para a Organização, sua evolução e estabilidade ?
Mais uma vez, não posso deixar de lembrar a "Teoria da Selecção Natural" de Darwin, intemporal ...
Naturalmente, todos os que se destacam merecem o tal reconhecimento, o tal prémio, que vai traduzir-se em incentivo, estímulo, permitindo continuidade, na procura de crescimento, evolução.
Aliás, este reconhecimento caberá, em primeiro lugar, ao empresário empregador desses gestores que se destacam e o ajudam a rentabilizar os seus investimentos.
Assim, o empresário empregador vê o resultado do seu empreendedorismo, da sua criatividade, do seu risco, sem esquecer a vertente social da sua Organização.
Estranho, é o reconhecimento e prémio atribuídos a gestores de Organizações, directa ou indirectamente, ligadas ao Estado, cujos resultados não passam do negativo ...
Claro que, como já tenho manifestado, é fácil fazê-lo com o dinheiro dos contribuintes e dos criadores de riqueza, exigido pelo Estado de forma habilidosa e abusiva, alimentando o sistema doentio, aliciante para os oportunistas, parasitas.
E a cambada está tão unida e dependente, na onda do "toma lá, dá cá", que vai demorar a cair ...

segunda-feira, outubro 29, 2012

Sobre um texto de Isabel do Carmo ...

Meus Amigos,
Gostei de ler o texto da Isabel do Carmo.
Como eu me recordo destes tempos !...
Vivi em várias terras, de Norte a Sul, desde finais dos anos quarenta até ao início dos anos setenta - estou em Lisboa/Almada desde 1973.
Em cada uma delas, encontrei gentes de todas as "classes" sociais, gentes com formação, sem formação, com posses, sem posses.
Em cada uma delas, encontrei hábitos, costumes e tradições diferentes, digamos, com particularidades culturais diferentes.
Em cada uma delas, senti o ambiente e efeitos do regime de então, cujo cenário à minha volta não era diferente do que outros viveram, mais coisa, menos coisa, em outras localidades do País.
Como outros, senti o conforto de ter nascido em família privilegiada, ao contrário de outros que não tiveram essa sorte.
Isso não significava indiferença, passar ao lado das difíceis realidades.
Bem pelo contrário, os valores que me foram transmitidos pela família e amigos deram-me a força e alicerce necessários à sensibilidade para compreender essas realidades e contribuir, dentro do possível, para as tornar menos dolorosas.
Desde muito jovem, lá encontrava formas de as contornar, ajudando os que mais necessitavam, começando pelos colegas de Escola.
Tudo o que apanhasse à mão, lá em casa, era metido em sacos, às escondidas, e levado para a Escola, onde os colegas pobres me aguardavam, ansiosos.
Às escondidas, mas os meus pais bem sabiam o que fazia.
Tenho bem presentes as imagens de filas de gentes pobres, à nossa porta, aguardando os alimentos e roupas que a minha mãe mandava distribuir, com tanto gosto - era tarefa diária.
Claro que havia famílias com comportamento diferente, sem qualquer atitude solidária.
Segundo tenho ouvido, sempre houve e haverá atitudes e comportamentos diferentes, enquanto o humano existir, mais ou menos integrado em Sociedade.
Vivi o cenário do compadrio, da influência, da cunha, da facilidade, da corrupção, do "Feudalismo", etc., até ao histórico 25 de Abril de 1974.
Tudo, porque os humanos existiam e se instalavam nos seus castelos do privilégio, que construíam, com maior ou menor dificuldade.
Distribuíam os seus proveitos com a legitimidade que lhes era conferida.
Alimentavam o Estado, conforme a legislação vigente.
Tantas vezes substituíam o Estado, nas suas obrigações, nomeadamente, sociais.
Não esquecer que o tal cenário se estendia aos próprios Agentes do Estado, pois se permitiam diversos actos impróprios de Servidores do Estado - era o sistema ...
Também sabemos do interesse de alguns senhores, ligados ou não ao Estado, em manter a questão colonial, bem à custa dos jovens da altura, cuja alternativa seria a fuga para o estrangeiro.
Também me recordo da forte emigração, pois a vida era difícil, principalmente, para a grande fatia da população sem qualificação académica ou profissional.
Finalmente, tudo começou a sorrir, com o 25 de Abril de 1974 !
Mas, será que aquelas componentes do tal cenário deixaram de existir ?
Tenho pena, como outros terão, mas não posso dizer que sim.
Mudam as moscas humanas, mas a "merda" continua.
Recalcamento, complexo, oportunismo, habilidade, abuso, tudo é humano ...
E digo isto, sem deixar de reconhecer que é histórico, é cíclico ...
Foi Sol de pouca dura ...
Lá estão os tais humanos, com os seu defeitos, ajudados pela educação deficiente, que vem de longe.
Mas, onde estão os tais senhores do poder, privilegiados e protegidos, que tanto amarfanhavam e escravizavam o povo, durante dezenas de anos ?
Parece que estão aí, disfarçados ...
Era inimaginável o seu regresso, assim como o retorno ao tal cenário ...
Afinal, a Democracia não é aceite ou entendida por esses senhores que voltaram, disfarçados, agora, com atitude e comportamento ainda mais humanos ...
Lamento ter que reconhecer uma grande diferença: enquanto os tais senhores do antes do 25, além de alimentarem o Estado e o substituirem nas sua obrigações, alimentavam muitas bocas, os regressados, disfarçados, além de não alimentarem o Estado e o substituirem nas suas obrigações, alimentam as suas próprias bocas, apenas, e à custa da boca do povo ...

sexta-feira, outubro 19, 2012

Estudos dizem que Estado pode poupar 3 mil milhões de euros se pagar como no privado

137 euros separam o que ganha um jovem licenciado numa empresa privada e o que recebe um trabalhador não qualificado de uma escola pública !
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Se os salários da função pública fossem nivelados pelo sector privado, o Estado pouparia 3 mil milhões de euros por ano, mesmo tendo em conta que o sector emprega maior número de licenciados que as empresas.
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Na realidade, o vencimento de um jovem licenciado solteiro em início de carreira no privado não ultrapassa hoje na esmagadora maioria dos casos os 600 euros líquidos mensais, quando não é menor, enquanto um contratado não profissionalizado e não licenciado no ensino público ganha 736,91 euros líquidos, estando nas mesmas circunstâncias pessoais. Com outra diferença significativa: no Estado o horário de trabalho é de 35 horas semanais, enquanto no privado é de 40, não pagando a esmagadora maioria dos empregadores, sobretudo ao nível das PME, horas extraordinárias.
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Esta diferença foi precisamente um dos argumentos de Bruxelas para criticar o acórdão do Tribunal Constitucional que pedia equidade entre os dois sectores e a tributação do capital, obrigando o governo a restituir os subsídios de Natal e de férias aos funcionários públicos durante o próximo ano, que acabou por se traduzir num aumento significativo de impostos para todos os trabalhadores por conta de outrem.
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O executivo já veio dizer que quer reduzir o número de trabalhadores na administração central para menos de 400 mil no final de 2014. Resta saber o que vai acontecer depois do programa de ajustamento da troika, quando já não for possível congelar e cortar nestes vencimentos. Aí sim, será possível aferir se houve ou não uma reforma estrutural na administração pública ou se o fosso entre salários no privado e no público vai continuar a ser um dos maiores da União Europa.
 Margarida Bon de Sousa

Meus Amigos,
Os resultados destes estudos, que nos devem merecer algum crédito, representarão uma gota de água no oceano da "cultura daninha" que tem arrastado o País para o lamaçal da irresponsabilidade, desrespeito, anarquia ...
É bom que isto mude, mas espero que não demore muito ...

terça-feira, outubro 16, 2012

Indignação !

Car@s Amig@s Reformados e Pensionistas

A situação em que o Orçamento do Estado vai colocar o país é particularmente gravosa para os Reformados e Pensionistas que, para além dos novos escalões do IRS e da sobretaxa, ainda vão ser sujeitos a um corte no seu salário desde que superior a 1350 euros ilíquidos. Estas medidas põem em causa a esperança num final de vida digno e prejudicam gravemente a possibilidade de apoio aos filhos e netos desempregados, numa voragem assustadora.
A falta de uma estrutura que nos represente levou-nos a pensar na criação de um amplo movimento cívico, com carácter reivindicativo, que possa pressionar os órgãos de soberania e tomar outras medidas, nomeadamente o recurso a tribunais (nacionais e europeus) de forma a garantir os nossos direitos.
...
A contribuição ao longo da nossa vida foi um depósito que entregámos mensalmente ao Estado, supondo ser uma “pessoa de bem” que nos garantiria na reforma um vencimento em função do que foram os descontos. Mas não! O Estado quer acabar com a classe média e esmaga os mais fracos, grupo onde nos encontramos.
Este pró-Movimento (por enquanto sem nome) vai reunir pela primeira vez no dia 22 de Outubro, pelas 18H00 na ACM/Coimbra (Rua Alexandre Herculano – entre os Arcos do Jardim e a Praça da República *) a fim de se avançar para a formalização do mesmo e de ser aprovado um esquema organizativo que permita a eficácia das decisões.
O contributo de todos os que puderem estar presentes é decisivo pois estamos num momento crucial das nossas vidas e temos que dar voz ao futuro. Quem não puder estar presente pode enviar o seu contributo através deste endereço electrónico.
Quero pedir-vos que difundam este encontro através da vossa rede de contactos, redes sociais e blogs, a todos os reformados e pensionistas que conheçam, seja qual tiver sido a sua profissão. Todos juntos teremos mais força.
Hoje lançámos a primeira “pedra” através da minha presença durante dois minutos no noticiário das 13H00 na SIC. O feedback tem sido positivo.
Contamos com todos, Rosário Gama

segunda-feira, outubro 15, 2012

OE 2013. “Não estudei afirmações” de Cavaco Silva sobre austeridade, diz Vítor Gaspar

Meus Amigos,
Ainda bem que o Ministro das Finanças não teve oportunidade de estudar aquelas "afirmações".
Se calhar, ficava na mesma ...
Ai se ele tivesse estudado e seguido algumas ideias (?) do sr PR ..., desculpem, do sr. Inventor da Pólvora ... seca ...
Em vez de austeridade, teríamos posteridade ... na desgraça ...
Do mal, o menos ...